DOR CRÔNICA


DOR CRÔNICA


De acordo com a Associação Internacional para o estudo da dor (IASP), a dor consiste “em uma experiência sensitiva e emocional desagradável associada a uma lesão tecidual real ou potencial”. Desta forma, é importante abordá-la de uma forma integral, considerando, além dos aspectos físicos relacionados à ela, aqueles de caráter emocional e cognitivo decorrentes da sua evolução clínica.



Quais as diferenças entre dor aguda e crônica?

Dor aguda

A dor aguda é aquela que dura segundos, minutos, dias ou semanas; é um sinal de alerta de que algo está errado em nosso organismo. Pode ser decorrente de traumatismos, cirurgias, inflamações, dentre outras causas. Quando não tratada adequadamente, pode evoluir para dor crônica.

Dor crônica

A dor crônica é assim considerada quando persiste por 3 meses ou mais, podendo acometer o indivíduo por muitos anos. Além das disfunções físicas, está relacionada com outras de características emocionais, psicológicas e sociais, dentre elas, distúrbios do sono, ansiedade, depressão e isolamento.
As principais causas da dor Crônica no mundo são:
• Lombalgia e outras dores na coluna;
• Dores de cabeça em geral, incluindo enxaqueca, cefaleias tensionais, etc;
• Dores nas articulações, com artrites e artroses;
• Dores musculares;
• Nevralgias (trigêmio, pós herpética, compressivas);
• Dor oncológica;
• Dentre outras.

Tratamento

O tratamento da dor crônica deve ser multimodal (vários tipos de terapias) e multidisciplinar (vários profissionais envolvidos) devido à sua ampla gama de causas e efeitos.

É possível ter qualidade de vida quando se tem dor crônica, mediante o controle da mesma e de todos os aspectos envolvidos na sua fisiopatologia.

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